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Apêndice Geral Profecias Apocalipse (Araceli)

Profecias do apocalipse Araceli Melo

 

O NÚMERO SETE


O número sete é o número sagrado da  cronologia divina.  Nos atos diretos de Deus, na relação de Sua Onipotência, na Sua inspiração, no culto divino por Êle ensinado aos homens e nas relações mútuas dos filhos de Deus, o número sete aparece como o número sagrado. Nisto encaramos o número sete como o número de Deus, e o número da perfeição.


O número sete foi posto em evidência bem no começo da história do mundo. Este número foi o fundamento da criação, colocado por Deus, como comprovante de que o mundo é uma obra Sua e é Sua propriedade. 


O Gênesis revela que a criação do mundo compreendeu sete dias e que estes determinaram a semana original comprobatória da perfeição das obras de Deus. E foi também nesta primitiva ocasião que Deus salientou ainda de maneira evidente e especial a importância do número sete, abençoando e santificando o sétimo dia da semana.1)


Depois da criação, salientou Deus ainda a importância do  número sete no caso de Caim, em que ele declara que, “qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado”.2)


Na revelação de Deus ao homem encontramos o número sete como o número revelador duma sequência perfeita. Vejam-se os sonhos  de Faraó das “sete vacas formosas” e das “sete vacas feias”, das “sete espigas cheias e bôas” e das “sete espigas miúdas, queimadas” e como êstes sonhos aludem cada um a um acontecimento total. Também no  caso da humilhação do rei Nabucodonosor por um período determinado, manifesto a ele num sonho, o número sete surge para expressar o tempo de sua humilhação até que se submetesse a Deus.3)


As revelações contidas no Apocalipse estão repletas do número sete, indicando inteireza em suas várias cadeias  proféticas.  Note-se: Sete castiçais, sete igrejas, sete selos, sete estrelas, sete trombetas, sete cabeças do dragão, sete cabeças da besta, sete pragas, sete lâmpadas de fogo, sete pontas, sete olhos, sete trovões, sete Espíritos de Deus.


O antigo santuário de Israel, centro do culto divino e do  plano da salvação, estava repleto do número sete. Na sua construção foram empregadas 48 tábuas e 15 varais de madeira, num total de 63, número que é divisível por sete. Continha sete jogos de cortinas como coberta e véus. 


22 ORA VEM, SENHOR JESUS (Araceli)

Profecias do apocalipse Araceli Melo


Chegamos ao fim de nossas considerações sôbre o livro do Apocalipse. O capítulo vinte e dois, posto que pequenino, encerra o grande livro profético como também o santo cânon das Sagradas Escrituras. 


Promessas, bem-aventuranças, certeza sobre o conteúdo do livro, declaração de que o Apocalipse não é um livro selado, conselhos a justos e a ímpios, o caráter dos que não herdarão o reino de Deus, títulos de Jesus, um ardoroso chamado do Espírito Santo e da Nova Jerusalém, advertências sobre acrescentar algo ao santo livro ou tirar-lhe alguma coisa, a certeza da volta de Jesus dada por ele mesmo, a última oração da Bíblia e a graça do Senhor sobre todos os crentes — eis o conteúdo deste último capítulo do Apocalipse.


Caro leitor, depois de chegares à última palavra desta consideração do Apocalipse, terás encontrado o caminho seguro da eterna salvação em Jesus Cristo, se não o encontraste antes. Entra por este sublime caminho; anda por ele; e terás um lugar com o glorioso Salvador e com os Seus santos remidos no mundo feito novo.


O RIO E A ÁRVORE DA VIDA


VERSOS 1-2 — “E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações”.


O RIO DA VIDA


No meio da Nova Jerusalém está o “rio da água da vida, claro como cristal”, devendo ser o mesmo rio que regava o jardim edênico de nossos primitivos pais. Êle procede do trono de Deus e do Cordeiro, como uma figura de que Ambos são o manancial das águas vivas para Seus filhos.


21 NOVAS TODAS AS COISAS (Araceli)

Profecias do apocalipse Araceli Melo

Depois do capítulo vinte tratar da purificação da terra pelo fogo no fim do milênio, o capítulo vinte e um trata do estabelecimento do reino de Deus na terra. As palavras da oração do Senhor não serão mais então uma promessa suplicada mas uma promessa concretizada. Um pouco mais de corajosa espectativa pelos servos fiéis de Deus, e tudo no vale da maldade se transformará em gloriosa e eterna bem-aventurança.


O capítulo apresenta, em sua maior parte, uma fascinante descrição da cidade de Deus, a Nova Jerusalém, e assenta com precisa clareza quem somente poderá nela entrar. E os redimidos da terra terão a alegria de estarem sempiternamente com o amoroso Pai celestial e com o amante o glorioso Salvador.


UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA


VERSOS 1-4 — “E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma espôsa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com êles habitará, e êles serão o Seu povo, e o mesmo Deus estará com êles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos tôda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”.


20 O MILÊNIO DA PROFECIA

Profecias do apocalipse Araceli Melo

 

Este vigésimo capítulo trata do fim da grande controvérsia entre a luz e as trevas, entre Cristo e Satanás. Temos diante de nós o milênio, tema que se tornou um ponto de discussão no seio do cristianismo. 


A teologia popular pretende que o milênio ocorrerá na terra antes do segundo advento de Cristo, quando afinal todos os habitantes do mundo se converterão a Deus e serão salvos. Aqueles, porém, que sustêm a sã integridade do evangelho, ensinam o contrário desta teoria, isto é, que o milênio bíblico tomará lugar imediatamente depois da segunda vinda de Cristo, durante e depois do qual não haverá jamais chance alguma de salvação. A explanação da profecia do milênio, contida neste capítulo, dir-nos-á de que lado está a verdade sôbre esta doutrina.


A PRISÃO MILENÁRIA DE SATANÁS


VERSOS 1-3 — “E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs sêlo sôbre êle, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja sôlto por um pouco de tempo”.


A AUTORIDADE DO ANJO APRISIONADOR


A descida do anjo à terra com a missão de aprisionar Satanás, evidencia que ela será cumprida. A chave e a cadeia que êle traz não são literais mas sim emblemas da alta autoridade com que o anjo está revestido para cumprir a sua missão de amarrar o arqui-inimigo do bem.


19 A VITÓRIA DE CRISTO SOBRE BABILÔNIA

Profecias do apocalipse Araceli Melo


O capítulo dezessete apresenta Babilônia no seu efêmero esplendor em sua união ilícita com os reis da terra enquanto pretende cristianismo. No capítulo dezoito é ela desmascarada, acusada de habitação de demônios e lavrada a sua condenação. Porém, o capítulo dezenove descreve a vitória total de Cristo e de Seus santos sobre Babilônia.


A primeira parte do capítulo trata do imenso regosijo que causará entre os sêres celestiais e os santos ainda na terra, a queda de Babilônia sob o poder de Cristo. A segunda parte concretiza a certeza da vitória de Cristo sobre Babilônia, e atesta que ela é, especialmente, o conjunto de duas grandes facções religiosas — o papado e o protestantismo ou primeira e segunda bestas e suas múltiplas igrejas. 


Com este capítulo encerram-se as profecias que dizem respeito à multimilenária contenda entre a luz e as trevas ou entre o bem e o mal ou entre Cristo e Satanás até à segunda vinda do Senhor Jesus.


REGOZIJO NO CÉU PELA QUEDA DE BABILÔNIA


VERSOS 1-4 — “E, depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia: Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus; porque verdadeiros e justos são os Seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos Seus servos. E outra vez disseram Aleluias. E o fumo dela sobe para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram- se e adoraram a Deus, assentado no trono, dizendo Amém. Aleluia”.


18 A CONDENAÇÃO DA GRANDE BABILÔNIA (Araceli)

Profecias do apocalipse Araceli Melo

Neste décimo oitavo capítulo a profecia trata, em primeiro lugar, de um grande esforço ou de uma poderosíssima obra para advertir da queda de Babilônia e chamar dela o povo de Deus. E a gloriosa obra será secundada pela demonstração de profusas maravilhas da graça tais ou maiores que as do pentecostes apostólico.


Em segundo lugar, o capítulo trata da condenação da “grande Babilônia” e do imenso espanto que a tôdas as classes do mundo, também condenadas com ela, causará a sua destruição. 


A maior decepção será manifesta pelos poderes que com ela fizeram aliança e pelos que se enriqueceram com as  suas mercadorias com que ludibriou o mundo cristão. 


Mas a Babilônia “mãe” não será a única a ser aniquilada. Suas filhas o serão conjuntamente com ela. E o mundo, afinal, renovado e purificado, estará, pela eternidade, livre de Babilônia e de sua prole corruptora.


O ANJO QUE ILUMINOU A TERRA COM A SUA GLÓRIA


VERSO 1 — “E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória”.


17 A IGREJA QUE SE UNIU COM ESTADO (Araceli)

Profecias do apocalipse Araceli Melo


Ao apreciarmos a profecia do capítulo doze, verificamos que o seu tema é uma mulher cujos símbolos que a cercam a relacionam inteiramente com o seu Criador e atestam defini-la como emblema da verdadeira igreja de Deus na era cristã.


Mas, no capítulo dezessete, que agora temos diante de nós, uma outra mulher é apresentada, uma mulher “vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas”. Uma mulher que tem em sua mão “um calix de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição”. Uma mulher “com a qual se prostituiram os reis da terra”; que embebeda os habitantes da terra “com o vinho da sua prostituição”; que “está embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus”. 


Uma mulher denominada de “a grande Babilônia, a mãe das prostitutas e abominações da terra”. Em fim, uma mulher que está “assentada sôbre uma bêsta côr de escarlata, que está cheia de nomes de blasfêmias, e tem sete cabeças e dez chifres”. Sim, esta mulher é tão diferente da do capítulo doze como o dia o é da noite. Enquanto aquela representa a santa igreja de Cristo no mundo, esta outra, por suas características proféticas indiscutíveis, não deixa dúvidas que designa a igreja de Roma. A exposição de todo o capítulo assegura evidentemente isto mesmo sem nenhuma  objeção aceitável  em contrário, em face da verdade.


A MULHER SÔBRE A BÊSTA CÔR DE ESCARLATA