Curso para Pregadores em Power Point (Pr. Izeas)

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História da Oratória


Do ponto de vista clássico a oratória secular surgiu com Córax e Tísias, gregos de siracusa que viveram cinco séculos antes de cristo. Córax é chamado o fundador da retórica por Aristótales. Ao longo da história a oratória teve grandes expoentes. Na Grécia antiga, era ensinada pelos filósofos e praticada nos debates intelectuais e jurídicos.


Oratória Sacra


Desde os tempos bíblicos, a arte da oratória teve papel de destaque na vida dos povos antigos. 


A oratória sacra se divide em:


Informativa: Tem por finalidade descrever, instruir, esclarecer, avisar. Para isso o orador deve influir na compreensão do ouvinte. São exemplos de discursos informativo: A aula, conferência, ou relatório. Objetivo deste tipo de discurso é o de fazer com que se compreenda ou aprenda algo a ser retido na memória e oportunamente utilizada. 


Persuasiva: Destina-se a influir na razão, no sentimento e na ação dos ouvintes, para que eles aceitem como verdade o que lhes é exposto e atuem segundo a mesma verdade. 


O orador vale-se de argumentos e provas de natureza pessoal, emocional e lógica na exposição e desenvolvimento de suas idéias, e na apresentação de objeções e refutações. 


As razões devem ser convincentes para produzirem o ouvinte à ação. Neste discurso, o apelo ocupa lugar preponderante, pois deve prover a ação. Os meios mais eficazes de persuasão, são as analogias, os testemunhos e as ilustrações.


Apologética: É a que se destina a defender o verdadeiro e acusar o falso. É a defesa argumentativa de alguma doutrina, teoria ou idéia. É a defesa de religião contra o ataque de adversário. 


Neste discurso o arrazoamento e a amplidão dos pontos de vistas ocupam um considerado e importante lugar. A lisura de argumentos e a forma amigável são os instrumentos mais fortes de defesa.


Os profetas eram verdadeiros artistas das palavras, cada um deles com sua especialidade por exemplo:


Isaías

Era mestre no uso de figuras de linguagem e fina ironia.


Jeremias

Enchia os discursos de emoção, como se pode ver em suas lamentações


Malaquias

Era hábil no uso de perguntas retóricas.


Paulo

Era um orador erudito

Cristo

Cristo sempre falava com autoridade.


“No caso da Oratória Sacra, entra um outro elemento o mais importante de todos - O poder do Espírito Santo de convencer e converter”.


Oratória Secular

Grécia Antiga:


A arte da oratória nasceu na Sicília, em meados do século V a.C., quando a política dos tiranos deu lugar à democracia. 


No mundo grego, a oratória veio a ser uma necessidade fundamental do cidadão, que teria de defender seus direitos nas assembléias. 


Pouco a pouco, começaram a surgir profissionais da retórica - os primeiros advogados que ainda não representavam seus clientes na tribuna, mas orientavam seus discursos, quando não os escreviam totalmente, obrigando os clientes a decorá-los, para realizar uma exposição correta e obter o ganho da causa.


Córax e Tísias


Os primeiros profissionais retores de que há notícia são dois sicilianos de Siracusa, Córax e Tísias, que, no ano de 460 a.C., definiram-na como a arte da persuasão e começaram a sistematizar as regras do discurso forense, para o qual prescreveram três seções: provímion, "proêmio", agones, "pleito" e epílogos, "epílogo".


Os Sofistas


No mesmo século, os sofistas foram responsáveis por um grande impulso na evolução da oratória. Consideravam que, sendo a verdade relativa, poderia depender da forma do discurso no qual fosse apresentada. 


Criaram então escolas de retórica, que passaram a ser freqüentadas pelas pessoas que tinham necessidade de falar em público. Platão não compartilhava das idéias dos sofistas e postulava a existência de uma verdade absoluta, inquestionável. Portanto, a linguagem seria fundamentalmente um meio de expressão dessa verdade e das leis da moral.


Aristóteles


Nasceu em Estagira, na Calcídia, região dependente da Macedônia. Após a morte de seu pai Nicômaco, médico do rei Amintas, Aristóteles fixou-se em Atenas, onde ouviu durante vinte anos as lições de Platão. 


Com a morte de seu mestre (348), foi para Atarnéia, na Mísia, onde casou com uma parenta de Hérmias. Em 343, tornou-se preceptor de Alexandre, o Grande. De volta a Atenas (335), fundou o Liceu, denominado também escola peripatética, porque o mestre dava suas lições passeando com os alunos. 


Depois da morte de Alexandre (323), Aristóteles, malvisto pelos atenienses, foi condenado à morte pelo Areópago, após o refúgio na ilha de Eubéia. Os tratados de Aristóteles provêm de notas tomadas por seus ouvintes; não são redigidos por ele; constituem um vasto conjunto enciclopédico, dividido posteriormente em quatro grupos de obras. 


As obras de lógica, reunidas sob o nome de Organon, fundam a lógica formal, a teoria dos juízos e dos raciocínios; a conclusão é uma teoria do conhecimento: o primeiro momento do conhecimento é a percepção.


Aristóteles é o autor do mais importante tratado da antiguidade sobre o tema. Em sua Retórica, estabeleceu como qualidades máximas para o estilo a clareza e a adequação dos meios de expressão ao assunto e ao momento do discurso.

 

Relacionou os métodos de persuasão do júri e da assembléia e classificou-os em três categorias: os que induzem atitude favorável à pessoa do orador, os que produzem emoção e os argumentos lógicos e exemplos. 


Concordou com Platão quanto aos aspectos morais da retórica e distinguiu três tipos de discurso: deliberativo, para ser pronunciado nas assembléias políticas; forense, para ser ouvido no tribunal; e epidíctico, ou demonstrativo, tais como panegíricos, homenagens fúnebres etc. Cada tipo de discurso se estruturava segundo regras próprias para efetuar a persuasão.


Isócrates


Chamado o pai da oratória, porque foi o primeiro a escrever discursos que serviam de modelo para seus discípulos. Foi ele quem implantou a retórica no currículo escolar de Atenas


Nascido em Atenas, em 436 a.c., Isócrates não teve a dita de ser o orador que sonhara; a voz não ajudava e a timidez o coibia. Discípulo, a princípio, de Pródico de léos Isócrates, foi, depois, a Tessalia tomar lições com Gorsias de Leantirus, o Famoso retor. 


De volta a Atenas, refez, como logógrafo e mestre de retórica, a fortuna da família , arruinada pela guerra do Peloponeso. Além de acumular riqueza considerável, contou, entre seus alunos, estadistas como Licurgo e Hipérides e, entre seus amigos, monarcas poderosos como Jasão de Feras e Felipe da Macedônia. 


Para ele, a oratória não era apenas a arte de falar em público ou de persuadir; o estudo da eloquência constituía, toda a formação intelectual e moral. Suas cartas e discursos compostos para modelo, mostram nele um ateniense preocupado com os males que afligiam e ameaçavam toda a Grécia e, ao mesmo tempo, um artísta atento aos belos efeitos da estilística. 


Abandonando o estilo tecido de antíteses de seu mestre, criou o período extenso e equilibrado, claro e harmonioso , de frases fluentes e cadenciadas, belo, porém , ao cabo um pouco monótono. Após a batalha de Queronéia, em 338, quando a Grécia caiu sob o domínio da Macedônia, desiludido e desgostoso, deixou-se inanir de fome, quase centenário. 


O discurso sobre a Paz, escrito, por ocasião dumas tréguas com os sediciosos, para aconselhar os atenienses a celebrar paz definitiva com os Estados sujeitos ao seu império, procura mostrar os inconvenientes materiais e morais do imperialismo, sementeira de ódios no exterior e foco de corrupção dentro das fronteiras. 


O discurso Areopagítico, composto por volta do ano 335 a.c., propõe a retorna dos costumes e abolição de alterações introduzidas na antiga constituição democrática, com efeitos perniciosos: sorteio de magistraturas e remuneração de funções judiciárias e legislativas


A natureza essencial da arte de Sócrates está em que ele parecia não querer ensinar as pessoas. Pelo contrário, dava a impressão de desejar aprender com aqueles com quem conversava. 


Em vez de dar aulas como um mestre tradicional, debatia, simplesmente fazendo perguntas - principalmente para começar uma conversa - com se nada soubesse. Ao longo dos debates, em geral levava os oponentes a reconhecer a fraqueza de seus próprios argumentos e, encostados contra a parede, finalmente compreender o que estava certo e o que estava errado.


Partindo da consciência da própria ignorância ("Só sei que nada sei"), utilizava como método não a exposição, mas a dialética (aqui com o sentido de arte do diálogo e da discussão), que podia assumir duas formas distintas:


a ironia socrática, com a qual alegava ignorância em assuntos de que os outros se julgavam profundos conhecedores, apenas para demolir suas opiniões, levando o interlocutor à contradição e, desse modo, a purificar o espírito de idéias falsas e preconceitos. 


Ao se passar por ignorante, Sócrates obrigava as pessoas a usar o senso comum. Ele não hesitava em agir desse modo na praça da cidade; e a maiêutica (arte de partejar os espíritos, numa alusão à profissão materna), pela qual Sócrates auxiliava o interlocutor a encontrar a resposta por meio de um trabalho de reflexão; em outras palavras, Sócrates via como sua tarefa ajudar as pessoas a "dar à luz" a compreensão correta, uma vez que o verdadeiro entendimento deve vir do interior. Ele não pode ser transmitido por outra pessoa. 


E só o entendimento que vem de dentro pode levar ao verdadeiro conhecimento.


A vida e o pensamento de Sócrates fascinaram os filósofos ocidentais e suscitaram uma admiração quase mística em Rousseau, Kant e Hegel, ao mesmo tempo que uma rejeição exemplar em Nietzsche, que via nele o aniquilador do mito em nome da razão.


Demóstenes


Considerado o maior orador de todos os tempos, seus discursos serviram para formar outros grandes oradores, que procuravam imitar sua assombrosa variedade de ideais e riquezas fraseológica, onde harmonizava frases longas e breves. Nascido em Atenas, em 384 a.c.


Perdeu na infância o pai, abastado armeiro, e, aos poucos, malversada pelos tutores, a riqueza. Atingida a maioridade , processou-os, ganhou a causa, mas não recuperou os haveres dissipados. 


Como tinha seguido as lições de Iseu, mestre de retórica dotado de poderosa dialética e estilo primoroso, fez-se logógrafo e sinegoro e nessa profissão logrou acumular uma fortuna considerável. 


Segundo consta, para superar a deficiência de fôlego, declamava poemas a correr ladeiras acima; para corrigir defeitos de dicção, falava com seixos na boca; para acostumar-se ao burburinho das massas, discursava na praia; para aprimorar o estilo, passou meses encerrado num porão a copiar a História de Tucídides. 


Dedicando-se a política a partir de 355, logo teve de lutar contra o imperialismo de Felipe da Macedônia, cujas manobras visando ao domínio da Grécia cedo compeendeu com sua clarividência e procurou, com sua eloqüência, neutralizar; baldados esforços, pois a quinta coluna pode mais. 


Sua luta, durou catorze anos na batalha, final, em 338, em Querência encontrou-o nas fileiras, de armas na mão. Vencedor  Felipe obteve-se de perseguí-lo; igualmente Alexandre. 


Quando este morreu, o orador, então exilado em Egina sob a falsa acusação de apropriação indébita de parte do tesouro de Haípalo, um macedônio que combatia a Alexandre e para isso peitava próceres políticos em Atenas. 


Foi trazido de volta para a sua cidade, onde as esperanças ressurgiam, para chefiar a luta pela independência. Vencedor na Tesália, Antípatro exigiu a sua entrega. Fugiu, então, para a ilha de Caláuria e ali se refugiou no templo de Posidão. Soldados da Trácia cercaram o edifício e ele , para não cair em suas mãos envenenou-se. 


De estilo terso, com todos os tons da paixão e do sarcasmo, onde a lógica dos argumentos e a veemência da linguagem, rica de imagens espontâneas, crescem juntas para culminar em momentos de inexcedível patético, Demóstenes foi, antes de tudo, sincero em seu patriotismo, suas afeições a seus ódios.


Mundo Romano


A Roma republicana adotou a teoria aristotélica e em seu sistema legislativo e judicial atribuía grande importância à oratória, disciplina básica em seu sistema de educação. A prática da retórica decaiu no período imperial, em conseqüência da perda das liberdades civis. Os maiores oradores romanos foram Cícero, no século I a.C., e Quintiliano, um século depois.


Marcus T. Cícero


Foi o maior orador romano, que desde muito jovem se preparou para arte de falar em público. Aos dez anos seu pai o entregou a dois professores de oratória. Aos 14 anos iniciou seu aprendizado de retórica na escola do Retor Plócio. 


Aos 16 anos iniciou a prática da oratória, observando os grandes oradores de sua época, que se enfrentavam na defesa de suas idéias. Cícero teve uma vasta produção literária na arte da palavra sobressaindo-se: De oratore, Orato, Brutus, Oratoriae Partitiones.


A despeito de suas grandes qualidades como orador e escritor, Cícero foi um homem de caráter volúvel. Mudava sua posição política conforme as conveniências pessoais e o do lado mais forte. 

Teve morte terrível nas mãos de soldados de Marco Antônio, morto e degolado. A sua mão direita e a cabeça foram expostas no Fórum Romano, e a sua língua espetada e exibida ao povo.


Quintiliano


Considerado a "honra da magistratura romana", o orador e escritor Quintiliano foi advogado e professor famoso no início da era cristã e deixou obra definitiva sobre a arte da oratória.


Marco Fábio Quintiliano nasceu em Calagurris Nassica, hoje Calahorra, Espanha, por volta do ano 35. Estudou retórica em Roma com os maiores mestres de seu tempo. No ano 57 retornou à Espanha e no ano 68 transferiu-se definitivamente para Roma, onde fundou uma escola particular de ensino de retórica, transformada depois em escola pública pelo imperador Vespasiano. 


Exerceu o magistério por vinte anos e foi o primeiro mestre a beneficiar-se da instituição do ensino oficial. Já famoso como professor e advogado, aposentou-se por volta do ano 91 para escrever e foi escolhido pelo imperador Domiciano como preceptor de seus dois sobrinhos-netos, herdeiros do trono.


A obra que o celebrizou, De institutione oratoria (Tratado sobre a oratória), foi publicada em 12 volumes por volta do ano 95. Nele, Quintiliano pretendeu resumir sua experiência e traçar um roteiro seguro para a formação cultural dos romanos, da infância à maturidade. 


Entretanto, a obra ultrapassa esses limites. Os dois primeiros livros, dedicados aos jovens, contêm conceitos de iniciação à retórica e recomendações pedagógicas sobre a necessidade de respeito à capacidade de aprendizagem de cada aluno e do estabelecimento de um clima afetivo entre mestre e discípulos. 


Entre os demais destaca-se o décimo volume, uma espécie de história da literatura, a primeira do gênero, e belo estudo comparativo das literaturas grega e latina. Quintiliano morreu em Roma, provavelmente após o assassinato de Domiciano no ano 96.


A retórica romana elaborou as práticas gregas e desenvolveu um processo de composição do discurso em cinco fases: a invenção, escolha das idéias apropriadas; a disposição, maneira de ordená-las; a elocução, que se referia ao uso de um estilo apropriado; a memorização; e, finalmente, a pronunciação. 


A retórica se estruturava assim como uma técnica mecanicista de construção do discurso. O declínio do Império Romano levou ao desaparecimento dos foros públicos e a retórica civil praticamente se restringiu à elaboração dos panegíricos dos imperadores. 


A retórica foi também praticada pelos teólogos cristãos, que, quanto ao conteúdo, seguiam com fidelidade as doutrinas ditadas pela igreja, embora imitassem o estilo dos autores clássicos. Por volta do século XVI, era aplicada à redação de cartas. 


Sob a influência do humanista francês Petrus Ramus foi reduzida principalmente a questões de estilo e se tornou uma coleção de figuras de linguagem. A partir de então ganhou a fama de ser mera ornamentação formal, sem conteúdo. Foi relegada às escolas para ensino do latim e permaneceu por três séculos sem maiores alterações.


Há uma lista enorme de outros oradores romanos aos quais destaca-se Hortêncio, contemporâneo de Cícero, Sêneca e Galba.


Conceito de Oratória


Cícero

“Oratória é dizer ou falar ordenadamente para persuadir”


Aristóteles

“Oratória é conduzir os homens, falando, a fazer aquilo que o orador quer”


Hermágoras

“Oratória consiste em dizer o que convenha para persuadir”


Definição

Oratória é a bela, adequada e eloqüente manifestação oral da verdade, mediante razões ordenadas em relação a um fim determinado.


Elementos Básicos da Oratória

Todos os estudiosos da oratória estão de acordo em dizer que na oratória devem estar prestar três coisas, a saber :


Instruir

Agradar

Mover


Elementos Indispensáveis à boa Oratória

Eficiência

É a característica básica da oratória moderna. Ou seja, para ter sucesso, a oratória tem de atingir determinada finalidade.

Retórica

É a arte de ordenar o discurso. É a capacidade de organizar as idéias e os argumentos.

Eloqüência

É a arte de persuadir

Oratória Ontem e Hoje


Ontem


Pompa

Verbosidade

Grandiloqüência


Hoje


Objetividade

Simplicidade

Linguagem sem adorno


No passado, o orador visava despertar e conduzir o auditório ao patético. Hoje este não é o primeiro objetivo do orador. O que ele quer é captar a atenção e estabelece uma comunicação recíproca.


Elementos Básicos da Oratória


A Oratória hoje não é exclusiva de políticos, religiosos e advogados. Empresários, executivos, profissionais liberais, em fim, todos nós necessitamos cada vez mais da comunicação verbal inteligível.


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👀 VEJA TB 👉 A Oratória de Sócrates de Atenas
 (cerca de 470/69-399 a.C.)