I. TEXTO BÁSICO: Apoc. 15, 16.
II. DUAS CENAS PARADOXAIS: Apoc. 15: 1-4.
A. Sete anjos com as sete últimas pragas: Apoc. 15: 1.
B. O mar de vidro e o livro da vitória: Apoc. 15: 2-4; C.S. pp. 699-703; V.E. pp. 62,63, 230, 231.
1. Visões de vitória na hora de trevas.
“Nos dias mais negros de seu longo conflito com o mal, à igreja de Deus têm sido dadas revelações do eterno propósito de Jeová. A Seu povo tem sido permitido olhar para além das provas do presente aos triunfos do futuro quando, findo o conflito, os redimidos entrarão na posse da Terra Prometida.” – PR., 722.
“Ao passo que João recebia a revelação dos últimas grandes lutas da igreja com as potências do mundo, foi-lhe dado também contemplar a vitória final e o livramento dos fiéis. Viu a igreja empenhada num conflito moral com a besta e sua imagem, e a adoração dessa besta imposta sob pena de morte. Mas olhando através do fumo e ruído da batalha, notou sobre o monte Sião, unido ao Cordeiro, um grupo que, em vez do sinal da besta, em suas testas tinham escrito o nome... do Seu Pai. Depois viu o número dos que saíram vitoriosos da besta e da sua imagem”. – 2 TS, p. 351.