283 Algumas igrejas são verdadeiros comércios?

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Algumas igrejas são verdadeiros comércios. Será que ainda é válido o sistema de dízimos? 


As Escrituras estabelecem o princípio do dízimo como sendo válido para as pessoas de todas as épocas. Sua devolução baseia-se no princípio de que Deus é o dono de tudo e, como reconhecimento disto, devolvemos a Ele 10% do que Lhe pertence. 


É uma questão de fidelidade a Deus e adoração a Ele. Deixar de devolvê-lo é o mesmo que roubar a Deus (Malaquias 3:8).


Prova de que o sistema de dízimos e ofertas não foi abolido na cruz (além de não ser uma lei cerimonial) é o fato de ter sido aprovado por Cristo (Mateus 23:23) e pelo apóstolo Paulo (I Coríntios 9:13-14, etc).


Com o sistema de dízimos Deus tem por objetivo:


1) Direcionar nossa adoração e afeição a Ele;


2) Desenvolver em nós um coração voluntário, sem egoísmo, que aprenda a repartir com os outros as bênçãos que Ele nos dá;


3) Pregar o evangelho a fim de que Jesus possa voltar o mais rápido possível para nos buscar e terminar com todo o mal.


Sendo assim, podemos ver que o dízimo faz parte de nossa adoração a Deus e, portanto, sempre estará em vigor.


Se alguém participa de uma igreja que explora as pessoas e não investe o dízimo da forma correta, esta pessoa precisa direcionar-se a outra congregação. 


Quando temos certeza de que algo de errado está sendo feito com o dízimo (ou ofertas) que devolvemos, pesa sobre nós a responsabilidade de agir a fim de que isso não continue, pois do contrário estaríamos apoiando o engano.


Fique tranquilo (a), na certeza de que Deus irá abençoá-lo (a). Todo o fiel dizimista desfruta das muitas bênçãos prometidas pelo Senhor:


“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”. (Malaquias 3:10)


Mesmo que não deva devolver seus dízimos nesta igreja, deve continuar devolvendo-os ao Senhor; é o seu relacionamento com Deus que está envolvido.


Atenciosamente,


Leandro Soares de Quadros

Conselheiro Espiritual